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Igreja, bar e muitas ruas

on 14 nov, 2017 in Cidade, Comportamento

Jequitinhonha: Uma avenida como qualquer outra na região leste de BH, localizada entre a boemia e a fé da considerada capital mundial dos botecos. Em um trecho de quatro quarteirões, coexistem seis bares, seis igrejas e diversos moradores cheios de histórias para contar.   Em outubro de 2017, a Prodabel, empresa de Informática e Informação do município de Belo Horizonte, confirma aquilo que todo belo-horizontino já sabia sobre a imensa concentração de bares na capital mineira. Criando um mapa de densidade a partir dos dados de registro de atividades econômicas da Prefeitura, a Prodabel afirma sem receios: Belo Horizonte tem uma média de 28 botecos a cada quilômetro quadrado. Ou seja, em seus 332Km², a capital mineira abriga mais de 9.500 bares cadastrados. Motivo de estranhamento para alguns, comemoração para outros. Pois nem a alta religiosidade dos belo-horizontinos atrapalha o...

Tem mico no cardápio?

on 14 nov, 2017 in Campus, Comportamento

Em lugares com grande fluxo de pessoas, a probabilidade de algo estranho ou vergonhoso acontecer é bem alta. E foi buscando por esse tipo de história, que conversamos com os usuários do Restaurante Universitário Setorial I (Bandejão), localizado no campus Pampulha da UFMG, que recebe milhares de usuários por dia.     Marcus Teixeira Além do cozido misto, também tem mico no cardápio. Caroline Martins Como intercambista da Bélgica, eu gostei imensamente dessa primeira experiência jornalística aqui no Brasil, e especialmente fazer ela em português. Me deu vontade de fazer outras!  ...

Os sem-prefeito do Vila Clóris

on 22 nov, 2016 in Cidade, Comportamento

Em tempos de incertezas na política brasileira, a Transite visitou o bairro de Belo Horizonte que registrou mais votos brancos e nulos nas eleições para prefeito em 2016.   Falta de confiança nos políticos, descrença e desesperança são argumentos recorrentes na fala dos moradores do bairro que mais teve votos brancos e nulos nas eleições para prefeito de Belo Horizonte em 2016, o Vila Clóris, que fica na região norte da cidade. “É o bairro que mais tem pessoas inteligentes”, brinca Marina Pereira, 59 anos, moradora do bairro há cerca de 20. Ela conta em quem votou no segundo turno: “Candidato 00”.     “Se continuar do jeito que está, ninguém sobrevive”, afirma Marina Pereira. “Nós não temos segurança, nós não temos perspectiva de que eles [os políticos] façam alguma coisa, então eu voto nulo por esse motivo, independentemente de partido”. O marido de Marina, Roque...

Como vai você?

on 1 out, 2016 in Comportamento

Ao final do mês de prevenção do suicídio, a Transite visitou a casa onde voluntários se revezam para atender quem busca ajuda para superar a depressão Abaixo está a versão em áudio desta reportagem, comentada pelos repórteres: O relógio marca três horas da tarde de uma quinta-feira de setembro – amarelo, no caso, por se tratar da cor do mês de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Chegamos à casa de muros verdes em uma esquina movimentada da rua Desembargador Barcelos, no bairro Nova Suíça, região oeste de Belo Horizonte. Há um cartaz na fachada e outro na varanda de entrada que indicam: é ali o local onde funciona o Centro de Valorização da Vida (CVV) de BH, instituição de trabalho voluntário que oferece atendimento gratuito para pessoas que pretendem cometer suicídio ou com quadros de depressão e solidão. Segundo o Ministério da Saúde (Datasus), o Brasil registra mais...

O baseado abre-alas da Marcha da Maconha

on 28 maio, 2016 in Cidade, Comportamento

Visitamos o “beckstage” da Marcha deste ano para acompanhar os preparativos de quem luta pela descriminalização da Cannabis sativa.   14 metros de comprimento, 4,5m de altura, bambus, cola e muitos jornais. O que poderia formar um carro alegórico em um desfile de Carnaval, nas mãos da “comissão de arte” da Marcha da Maconha de Belo Horizonte, transforma-se em um grande baseado abre-alas da manifestação, que acontece neste sábado, dia 28 de maio de 2016 (baseado, para quem está de fora da brisa, é o mesmo que um cigarro de maconha, também conhecido como beck). Este ano, o beck foi montado na Faculdade de Letras da UFMG no dia anterior à Marcha. O resquício do feriado de Corpus Christi esvaziou a faculdade na sexta-feira, e, às 15h30, quando cheguei, o grupo era praticamente o único a trabalhar ativamente nas redondezas. É tradicional: desde 2012 um baseado simbólico...

Tem camisinha no bandejão?

on 28 abr, 2016 in Campus, Comportamento

Fomos ao restaurante universitário da UFMG perguntar a estudantes se eles estavam carregando camisinha na universidade. Se preferir, assista em nosso Facebook.