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As empresas que não cumprem as cotas

on 1 set, 2016 in Dossiê: Mercado de trabalho e deficiência

Nos últimos dois anos, mais de 200 empresas apenas em Belo Horizonte foram multadas por não cumprirem as cotas para pessoas com deficiência. Saiba de quem são as maiores multas e o que os recrutadores têm a dizer.   Abaixo está a versão em áudio desta reportagem, comentada pelos repórteres:   “Mas quem que informou isso pra vocês? […] Sem autorização, isso é uma informação confidencial”, questionou ao telefone Amanda Castro, analista de RH da Integral Engenharia. A reportagem da Transite queria saber: por que a construtora foi multada pelo Ministério do Trabalho por não cumprir a cota de pessoas com deficiência? “A empresa é bem reservada, sabe? Ela não é muito de dar essas informações, não”, avisa Amanda. Os dados a que Amanda se refere realmente não estão facilmente disponíveis ao público. Apesar de descumprirem a Lei de Cotas (8.213/91), as empresas que são...

A prisão, o hospital e o banco

on 1 set, 2016 in Dossiê: Mercado de trabalho e deficiência

Conheça Ana Lúcia, advogada paraplégica que, de muletas, escapou de uma rebelião na penitenciária de segurança máxima onde trabalhava; Saulo Rosa, único aluno cego de Medicina da turma; e Lecir, bancária que usa cadeira de rodas e que está em permanente conflito com os móveis do banco. Abaixo está a versão em áudio desta reportagem, comentada pelos repórteres: Ana Lúcia de Oliveira passava pela primeira semana de estágio em Direito na Penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Ribeirão das Neves, quando precisou fugir de uma rebelião. Ela estava em um banheiro, e mal teve tempo de fechar o zíper lateral das calças quando um agente penitenciário alertou: “Corre, menininha, corre!”. Desde os 12 anos de idade, Ana Lúcia reveza cadeira de rodas e muletas para se locomover. Naquele dia, foi com a ajuda das muletas que ela fugiu o mais rápido que pôde. No desespero para escapar do...

O baseado abre-alas da Marcha da Maconha

on 28 maio, 2016 in Cidade, Comportamento

Visitamos o “beckstage” da Marcha deste ano para acompanhar os preparativos de quem luta pela descriminalização da Cannabis sativa.   14 metros de comprimento, 4,5m de altura, bambus, cola e muitos jornais. O que poderia formar um carro alegórico em um desfile de Carnaval, nas mãos da “comissão de arte” da Marcha da Maconha de Belo Horizonte, transforma-se em um grande baseado abre-alas da manifestação, que acontece neste sábado, dia 28 de maio de 2016 (baseado, para quem está de fora da brisa, é o mesmo que um cigarro de maconha, também conhecido como beck). Este ano, o beck foi montado na Faculdade de Letras da UFMG no dia anterior à Marcha. O resquício do feriado de Corpus Christi esvaziou a faculdade na sexta-feira, e, às 15h30, quando cheguei, o grupo era praticamente o único a trabalhar ativamente nas redondezas. É tradicional: desde 2012 um baseado simbólico...

Por onde andam os ambulantes?

on 18 maio, 2016 in Campus

No dia 4 de maio, a Guarda Municipal apreendeu o carrinho e as mercadorias da vendedora ambulante Maria Dalva de Oliveira, 53. Apesar dos 16 anos na portaria principal da UFMG vendendo doces, balas, pipocas, pirulitos, água e cigarros, Dalva estava em situação irregular com a Prefeitura (a atividade é regulamentada pelo Código de Posturas do Município de Belo Horizonte). Esta é a segunda vez que o seu carrinho é apreendido apenas neste ano, e a sexta em todo o seu tempo de trabalho como ambulante. Desestimulada pela burocracia para recuperar o material, Dalva inovou: agora vende as mercadorias em um carrinho de supermercado. Ainda assim, a vendedora lamenta a apreensão do antigo carrinho, feito especialmente para ela por um amigo carpinteiro, e aponta um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil. Seja acompanhada pelo antigo carrinho, levado pelos fiscais, seja pelo novo, improvisado, Dalva...

Tem camisinha no bandejão?

on 28 abr, 2016 in Campus, Comportamento

Fomos ao restaurante universitário da UFMG perguntar a estudantes se eles estavam carregando camisinha na universidade. Se preferir, assista em nosso Facebook.  

Quem faz a Feira

on 31 mar, 2016 in Cidade

A Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte existe há 47 anos. O nome é longo, mas o apelido é curto e conhecido: Feira Hippie. Ela começou na Praça da Liberdade e, em 1991, desceu Bahia até a Avenida Afonso Pena. Hoje, ela ocupa quase 600 metros de uma das avenidas mais importantes da cidade todos os domingos, das 8h às 14h, bem ao lado do Parque Municipal Américo Renné Giannetti. No segundo domingo de março, enviamos oito repórteres para a feira mais famosa de BH. Cada um deles passou a manhã em uma seção e conta suas histórias: Vestuário Acessórios Culinária Na grade A rádio Calçados Enxoval Na rua   A Feira sem hippies   Em uma rápida ronda pelas barracas dá pra perceber que a maioria dos produtos é para o público feminino: saias, leggings, tops, lingerie, vestidos. Quase tudo em cores fortes, estampas em animal print, vestidos jeans e...

Pintaram o pixo

on 26 fev, 2016 in Campus

Os pixos da Fafich foram apagados durante as férias de 2016. Confira imagens dos antigos desenhos nas paredes e o novo visual da faculdade. A volta às aulas em 2016 na Fafich reserva algumas surpresas para os alunos. As paredes da faculdade – conhecidas durante muito tempo por causa dos pixos – foram pintadas de branco, dentre outras medidas, como a reforma de auditórios. As novas camadas de tinta escondem os desenhos que havia por baixo. Esta já era uma intenção da diretoria há algum tempo, e inclusive consta na lista de medidas anunciadas por ela em março de 2015 para revitalização e segurança da faculdade. Os pixos na Fafich são assunto constante em discussões da comunidade acadêmica. Algumas pessoas defendem os desenhos e escritos nas paredes como liberdade de expressão, enquanto outras consideram-nos uma depredação do patrimônio público que prejudica a rotina da...

Expectativas de quase calouros da Comunicação

on 11 jan, 2016 in Campus, Memória do curso

Perguntamos a vestibulandos de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas como eles imaginam que são esses cursos na UFMG.   Fomos à Mostra de Profissões da UFMG 2015 para conversar com candidatos ao curso de Comunicação Social, que com o Sisu 2016 se transforma nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas. Perguntamos aos vestibulandos quais são suas expectativas sobre o mercado de trabalho da área que escolheram, como imaginam que são os professores do curso, a Fafich e mais. Confira! Se preferir, assista em nossa página...